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O som que embala os tenistas no ATP Challenger Tour Finals

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A música faz parte do esporte e do tênis. Embora há quem prefira o estilo conservador de torneios como Wimbledon, de silêncio absoluto durante o intervalo entre uma partida e outra, os próprios tenistas muitas vezes relaxam ouvindo a música preferida, ou a música do seu momento antes de entrar em quadra.

Nesta semana estou trabalhando na assessoria de imprensa do ATP Challenger Tour Finals no Ginásio do Ibirapuera, que é organizado pela Koch Tavares, que já há alguns anos faz seus eventos esportivos animados por música e, assim como no Brasil Open deste ano, quando fiz um post mostrando o que os tenistas queriam ouvir para entrar em quadra, o DJ Eduardo Tomiatti é o responsável por tocar a música dos tenistas do Finals paulistano.

Desta vez a lista conta com menos tenistas, são apenas nove, sendo que o substituto Thiago Alves acabou não tendo tempo para escolher a própria trilha sonora para entrar em quadra.

Finalista do torneio neste sábado o argentino Guido Pella tem sido embalado por “Dream On”, da banda norte-americana de hard rock Aerosmith e tem dado certo, conforme o próprio afirmou na noite de quinta-feira: “Tenho muitas músicas e esta é a que mais me agrada no momento. Como diz a letra, ‘continue sonhando’, e é por ele que vim buscar aqui e por ele será amanhã”.

Também finalista deste sábado, o romeno Adrian Ungur segue mais a linha do pop de Timati e Kalenna Harper, ounvindo “Welcome To St. Tropez” para já entrar animado em quadra.

Representante brasileiro entre os oito tenistas titulares do ATP Challenger Finals, Thomaz Bellucci optou por não repetir o Dire Straits do Brasil Open e entrou em quadra para enfrentar Guido Pella ao som de “Charlie Brown”, do Coldplay.

Surpreendido na semifinal por Guido Pella, o romeno Victor Hanescu disputou o torneio inspirado pelo famoso riff de Angus Young na clássica “Thunderstruck”, do AC/DC. Deu certo até a semifinal.

O esloveno Aljaz Bedene mostrou que gosta do Brasil apesar de ter passado por uma experiência assustadora anos atrás, quando ocorreu uma explosão na caldeira de água do hotel que estava hospedado em Blumenau. Claro, pelo videoclipe da música “Love in Brasil”, da romena Andreea Banica, ele tem bons motivos para gostar daqui.

Já o italiano Paolo Lorenzi, aquele que se parece com o “mago” chileno Jorge Valdivia, do Palmeiras, foi o único a escolher uma música brasileira. A música pedida pelo italiano foi “As Mina Pira”, do sertanejo moderninho Gusttavo Lima.

Apesar de gostar de pagode e do Corinthians, português Gastão Elias optou pela música “Euphoria”, da cantora sueca Loreen. Quando a música deu certo, era tarde demais e o “quase brasileiro” treinado por Jaime Oncins acabou vencendo apenas a terceira partida e ficou fora das semifinais.

O espanhol Ruben Ramirez Hidalgo, jogador mais experiente entre os oito, com 34 anos, foi o único “nacionalista” entre os oito tenistas e optou por uma música de Enrique Iglesias com Ludacris, com o belo nome de Tonight (I’m Fucking You). Mas a adrenalina não durou por muito tempo e ele parou na primeira fase.

Sem tempo de escolha para o tenista, a música que animou a entrada de Thiago Alves em quadra foi Where Have You Been, da cantora pop barbadiana Rihanna.

E aí, qual escolha musical você gostou mais no ATP Challenger Tour Finals?

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Tenista e ‘roqueiro’, o gênio Roger Federer completa 31 anos

Roger Federer é o maior campeão de todos os tempos no tênis, quebrou recentemente o recorde de semanas de Pete Sampras como número 1 do mundo e, cá entre nós, se quisesse poderia passar o resto da vida pescando e curtindo a família.

Mas o suíço está em atividade e incomodando muita gente (ok, Andy Murray lavou a égua no último domingo ao tirar de Federer o ouro olímpico em Londres) e nesta quarta-feira completa 31 anos.

E qual motivo eu teria para escrever um texto sobre Roger Federer no dia de seu aniversário em um blog sobre música? Apesar de toda a pose de bom moço, o suíço já foi cabeludo, já ‘tocou’ guitarra com a raquete em comercial da Nike e gosta do bom e velho Rock and Roll.

Em 2001, quando ainda estava distante das conquistas que hoje ostenta, o suíço teve um encontro com o AC/DC durante o ATP de Gstaad, vestiu camisa, soltou a cabeleira e foi ao show da banda.

Em uma entrevista à revista suíça Weltwoche, em 2007, Federer declarou ter visto dois shows ao vivo do AC/DC e de forma descontraída respondeu a uma pergunta se gostaria de  tocar na banda ao lado de Angus Young: “Não! Não! Não quero estar ao lado de Angus Young, quero estar no lugar dele!”, disse o suíço. E para o dia em que decidir parar, ele pode ter a música como uma atividade: “Eu gostaria de tocar guitarra, mas não tenho tempo”.

Ele também é fã de Lenny Kravitz e grande amigo do casal Gavin Rossdale (líder da banda Bush) e Gwen Stefani (frontwoman do No Doubt), que costumam marcar presença nos torneios de Grand Slam para ver Federer em quadra.

Ah sim, Federer também já nos deu um tostão de sua voz alguns anos atrás em Roland Garros.

De Michel Teló a Van Halen, Brasil Open revela o gosto musical dos tenistas

Marcelo Ferrelli/Inovafoto

O Brasil Open de 2012 foi um sucesso. Sucesso de público, de organização, de nível técnico apresentado em quadra e também na cobertura da imprensa. Mas um ponto curioso do maior torneio de tênis do país foi o sucesso sonoro, com uma boa seleção musical para os intervalos das partidas e uma lista especial de músicas selecionadas pelos próprios tenistas para o momento da entrada em quadra, digna de grandes eventos pelo mundo.

Um ponto curioso foi notar como algumas músicas brasileiras já fazem sucesso com os estrangeiros. A música “Ai se eu te pego”, de Michel Teló, foi a mais escolhida pelos tenistas para a entrada na quadra. Enquanto isso, a música “Balada Boa (Tche tchererê Tche Tche)”, de Gusttavo Lima, não ficou para trás e serviu de inspiração para o campeão Nicolas Almagro em seu bate-bola na quadra central antes da final contra o italiano Filippo Volandri.

A história musical do Brasil Open ficou por conta do DJ Eduardo Tomiatti, responsável por receber todos os pedidos de músicas e preparar a cerimônia de abertura de cada partida. Ele revelou ao Espelho Mau a lista com todos os pedidos, que passaram pelo Rock do Ac/Dc, o sertanejo de Michel Teló, o pop espanhol de Juan Magan e até o pagode do grupo Bom Gosto.

Nicolas Almagro entrou em todas as suas partidas ouvindo a música “2 Fly”, de Juan Magan, enquanto o vice-campeão Pippo Volandri foi fazendo seus estragos na chave contra Albert Montañes, David Nalbandian e Thomaz Bellucci ao som de “We Will Rock You”, do Queen. Digamos que ele fez jus à trilha sonora escolhida, assim como Almagro.

O único momento musical diferente de Almagro ocorreu quando Edu Tomiatti estava testando o som na manhã de domingo para a cerimônia de encerramento do torneio. O espanhol fez um pedido para que fosse tocada a música de entrada do compatriota Albert Ramos, a quem derrotou na semifinal. O som era esse do ‘agradável’ “Tche tchererê tche tche”, de Gusttavo Lima.

Alvo da torcida quando foi adversário de Thomaz Bellucci na quadra central do ginásio do Ibirapuera, o argentino Leonardo Mayer começou sua jornada com o “Ai se eu te pego”, mesma escolha de David Nalbandian, que tem o tema como toque de seu celular. Para encarar Bellucci, Mayer trocou de música para “Paradise”, do Coldplay.

Thomaz Bellucci iniciou sua campanha ao som de “Sultans of Swing”, do Dire Straits, mas trocou para uma música eletrônica de Benny Benassi antes de perder na semifinal. Ricardo Mello usou como trilha sonora “Levels”, do Avicii, escolha compartilhada pelo português Frederico Gil e João Souza, o Feijão, que para não repetir, trocou sua escolha para o pagode do grupo Bom Gosto.

Ainda teve a despedida de Fernando Gonzalez ao som de “Back in Black”, do Ac/Dc, a derrota na estreia do francês Gilles Simon após a entrada com “Right Now”, do Van Halen, entre outros. Na cerimônia de premiação, como não poderia deixar de ser, “Viva la Vida”, do Coldplay, marcou a entrega de troféus. Para evitar conflitos nas duplas, os duplistas acabaram não tendo a opção de escolher músicas. Confira abaixo a lista de músicas:

Albert Montañes (ESP): Marco V – “Simulated”
Albert Ramos (ESP): Rihanna – “Man Down” e Gusttavo Lima – “Balada Boa”
Benoit Paire (FRA): Black Eyed Peas – “I Gotta Feeling”
Carlos Berlocq (ARG): Survivor – “Eye of the Tiger”
David Nalbandian (ARG): Michel Teló – “Ai se eu te Pego”
Eric Prodon (FRA): Michel Teló – “Ai se Eu Te Pego”
Fernando Gonzalez (CHI): Ac/DC – “Back in Black”
Fernando Verdasco (ESP): Michel Teló – “Ai se Eu Te Pego”
Filippo Volandri (ITA): Queen – “We Will Rock You”
Frederico Gil  (POR): Avicii – “Levels”
Gilles Simon (FRA): Van Halen – “Right Now”
Igor Andreev (RUS): Simple Plan – “Me Against the World”
Javier Marti (ESP): Florida – “Good Feelings”
João Souza (BRA): Grupo Bom Gosto – “Curtindo a Vida
Juan Carlos Ferrero (ESP): Survivor – “Eye of the Tiger”
Leonardo Mayer (ARG): Michel Teló – “Ai se eu te Pego” e Coldplay – “Paradise”
Nicolas Almagro (ESP): Juan Magan – “2 Fly”
Pere Riba (ESP): Coldplay – “Viva la vida”
Potito Starace (ITA): Timati feat kalenna – “Welcome to St. Tropez”
Ricardo Mello (BRA): Avicii – “Levels”
Ruben Ramirez Hidalgo (ESP): Juan Magan – “Ayer la Vi (Bailando por Ahi)”
Rui Machado (POR): Coldplay – “Clocks”
Santiago Giraldo (COL): Alexandra Stan – “Mr. Saxobeat”
Thomaz Bellucci (BRA): Dire Straits – “Sultans of Swing” e Benny Benassi – “Turn me Up”
Victor Hanescu (ROM): LMFAO – “Sexy and I Know It”

Rock agradável com saias, decotes, brincos e batons

Imagine as bandas de Rock mais clássicas, as que você mais gosta de escutar. Ok, provavelmente você já se imaginou em um show de um estilo no qual só há marmanjos em volta, na teoria, certo? Algumas garotas podem convencê-lo de que você está errado e comprovar que o gênero também é bem feminino.

Muitas bandas surgem ganhando a vida com covers de ídolos do Rock, mas poucas delas têm mulheres na formação. Mas algumas meninas mais espertas trataram de reinventar usando certa ironia no nome de suas bandas e viajando o mundo como a “versão feminina” do Ac/Dc, do Iron Maiden, do Kiss ou do Led Zeppelin.

Os nomes são excelentes. O australiano AC/DC formado apenas com mulheres é rebatizado como AC/DShe. Já as meninas fãs de Iron Maiden se aproveitam do nome da banda virando The Iron Maidens. Ainda há as mascaradas do KISSexy e as veteranas do Lez Zeppelin.

Outras bandas surgiram fazendo covers do AC/DC tendo apenas mulheres, mas o AC/DShe garante ser a primeira a fazer isso. O grupo foi formado em 1997 em São Francisco, na Califórnia (EUA).

Elas já dividiram o palco com bandas grandes como Aerosmith e Ted Nugent, e cá para nós, têm um visual bem bonito, o oposto do AC/DC original formado pelos irmãos Angus e Malcolm Young.

O nome das meninas também é caracterizado. A vocalista é Bonny Scott, as guitarrista são Agnes Young e Mallory Young, Philomena Rudd assume as baquetas e o baixo é de Riff Williams.

Também nos Estados Unidos e na Califórnia, mas em Los Angeles, foi formada a banda The Iron Maidens com uma ligação lógica ao Iron Maiden no ano de 2001. Mas foi em 2005 o ápice do grupo que lançou o álbum World’s Only Female Tribute to Iron Maiden contendo uma capa desenhada por ninguém menos que Derek Riggs, ex-desenhista oficial da banda, que fez as melhores capas da Donzela.

Curiosamente, Derek Riggs transformou o Eddie em Edwina, uma versão mulher do famoso mascote do Iron Maiden. Dois anos depois do álbum de estreia veio o Route 666, com produção do ex-guitarrista do Kiss, Bruce Kulick, além de participação especial de Phil Campbell (guitarrista do Motörhead) em “The Trooper”.

Elas ainda lançaram um EP intitulado The Root of All Evil em 2008 e em 2010 lançaram um DVD gravado ao vivo no Japão! E as meninas também passaram pelo Brasil em 2011.

Ah, os nomes delas também são alterados, com Kirsten Rosenberg rebatizada a Bruce Chickinson, Nina Strauss como Mega Murray, Courtney Cox como Adriana Smith (guitarrista em nível Miss Universo), Wanda Ortiz como Steph Harris e Linda McDonald como Nikki McBurrain.

Agora, e se por um dia o Gene Simmons tivesse uma aparência mais agradável? Não, isso não é possível exceto no KISSexy, banda formada em Milão, na Itália, em 1993.

Nesta banda a baixista Elena Scanabessi vira o personagem SexyDemon (o demônio de Gene Simmons), a baterista Barbara Caserta se transforma em SexyCat (do original CatMan de Peter Criss), a guitarrista e vocalista Sara Di Fonzo é a SexyStarChild (versão para o personagem de Paul Stanley), enquanto a única decepção no grupo fica com Sergio Leonarduzzi – Sim! É um homem! -, que interpreta o SpaceAce (personagem de Ace Frehley).

A banda tinha outra formação no início e se apresenta como a primeira versão feminina do Kiss. A baterista Barbara Caserta foi a criadora e é a única que continuou da formação original.

Para fechar o quarteto de tributos com belos atributos, tem o Lez Zeppelin. O nome deixa muito óbvio que se trata de uma banda feminina em homenagem ao Led Zeppelin e que é bem prestigiada entre músicos, tendo recebido elogios até de Joe Perry, guitarrista do Aerosmith.

Diferentemente da banda que é inglesa, o Lez Zeppelin foi formado em Nova York, nos Estados Unidos em 2005 já contando apenas com mulheres na formação. Diferentemente das outras versões aqui vistas, este tributo não tem os nomes das garotas trocados para fazer menção aos originais. A vocalista é Shannon Conley, a guitarrista é Steph Paynes, a baterista é Lessa Harrington-Squyres e a baixista é Megan Thomas.

O grupo já recebeu convites para tocar em grandes festivais como o Download Festival na Inglaterra e o Rock am Ring na Alemanha. Em 2007 gravou o eu primeiro álbum de tributo tendo como produtor Eddie Kramer, que trabalhou justamente com o Led Zeppelin e outras bandas grandiosas.

A vocalista Shannon Conley ainda tem um detalhe interessante. É conhecida como atriz e dubladora de filmes nos Estados Unidos. Ou seja, se você já assistiu a um desenho original do X-Men sem dublagem em português, procure pela personagem Abigail Brand. Antes dela a vocalista era a australiana Sarah McLellan, que se parece menos com Robert Plant, é mais bonita do que Conley e atualmente se dedica à culinária no blog The Aussie Who Ate The Big Apple.

11 de setembro de 2001: censura nas estações de rádio

Há dez anos os Estados Unidos acordavam com medo e chorando a morte das vítimas dos ataques terroristas organizados pelo grupo Al-Qaeda. Neste domingo muita coisa deve ser lembrada sobre o ocasião, como o aumento da segurança nos aeroportos, o legado dos escombros das torres gêmeas do World Trade Center, entre outros.

Mas talvez um dos fatos mais absurdos decorrentes do 11 de setembro de 2001 passe em branco: a lista de músicas que foram proibidas em 1.200 (MIL e DUZENTAS!!) emissoras de rádio controladas pelo grupo Clear Channel Communications. Sim, a censura chegou às emissoras de rádio dos Estados Unidos após a tragédia e as explicações disso até hoje seguem fajutas baseadas no termo “letras questionáveis”.

O vice-campeão em censuras foi o AC/DC, com “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, Hell’s Bells (a preferida do goleiro Rogério Ceni), “Highway to Hell”, “Safe in New York City”, “Shoot to Thrill”, “Shot Down in Flames” e a clássica “TNT”.

Claro, ao falar de inferno, tiros, morte, trabalhos sujos feitos de forma barata e a segurança de Nova York, o AC/DC daria motivos suficientes para que a assustada população não quisessem ouvir suas canções, já que tudo é motivo de piada para a banda australiana.

Mas teve coisa muito mais esquisita entre as proibições. Os senhores do grupo de mídia tiveram a coragem de banir a música “What A Wonderful World”, de Louis Armstrong, “Ob-la-di Ob-la-da”, dos Beatles, “New York, New York”, de Frank Sinatra, e aí vem outra curiosidade: proibiram “Live and Let Die” cantada por Paul McCartney, mas a versão do Guns N’ Roses para a música foi liberada.

O mesmo aconteceu com a música “Last Kiss”, proibida na versão de J. Frank Wilson, mas liberada quando executada pelo Pearl Jam. Bandas como Iron Maiden e Deep Purple não constam na lista, assim como o Megadeth marca presença, mas não com “Symphony of Destruction”, por exemplo.

O total de músicas proibidas chegou a 165, e o maior destaque foi o Rage Against The Machine, que conseguiu ter todas as suas músicas na lista e é claro que quando isso acontece a venda de discos aumenta e isso ajuda muito mais a banda, que recentemente retomou as atividades.

Bom, eu gostaria de colocar aqui o vídeo de cada uma das músicas proibidas, mas ficaria impossível navegar pelo blog e conferir. Assim sendo, vou colocar vídeos do campeão da censura Rage Against the Machine e do vice AC/DC.

Para quem quiser conferir as “proibidonas”, abaixo dos vídeos há a lista completa. Talvez fosse para chorar naquele momento, mas não dá para deixar de rir ao ver o quão patéticos os censores conseguiram ser nas rádios norte-americanas.

3 Doors Down: “Duck and Run”;
311: “Down”;
AC/DC: “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, Hell’s Bells, “Highway to Hell”, “Safe in New York City”, “Shoot to Thrill”, “Shot Down in Flames” e “TNT”;
The AD Libs: “The Boy from New York City”;
Alanis Morissette: “Ironic”;
Alice in Chains: “Down in a Hole”, “Rooster”, “Sea of Sorrow” e “Them Bones”;
Alien Ant Farm: “Smooth Criminal”;
The Animals: “We Gotta Get Out of This Place”;
The Bangles: “Walk Like An Egyptian”;
Barenaked Ladies:“Falling for the First Time”;
Barry McGuire: “Eve of Destruction”;
Beastie Boys:“Sabotage” e “Sure Shot”;
The Beatles: “A Day in the Life”, “Lucy in the Sky with Diamonds”, “Ob-La-Di Ob-La-Da” e  “Ticket to Ride”;
Billy Joel: “Only The Good Die Young”;
Black Sabbath:“Sabbath Bloody Sabbath” e “War Pigs”; 
Blood, Sweat and Tears: 
“And When I Die”;
Blue Öyster Cult:“Burnin’ for You”;
Bob Dylan: “Knockin’ On Heaven’s Door”;
Bobby Darin: “Mack the Knife”;
Boston: “Smokin'”;
Bruce Springsteen: “I’m Goin’ Down”, “I’m On Fire” e “War”;
Buddy Holly and the Crickets: “That’ll Be the Day”;
Bush: “Speed Kills”;
Carole King:“I Feel the Earth Move”;
Cat Stevens: “Morning Has Broken” e “Peace Train”;
The Chi-Lites:“Have You Seen Her”;
The Clash: “Rock the Casbah”;
The Crazy World of Arthur Brown: “Fire”;
Creedence Clearwater Revival: “Travelin’ Band”;
The Cult: “Fire Woman”;
The Dave  Clark Five: “Bits and Pieces”;
Dave Matthews Band: “Crash into Me”;
Dio: “Holy Diver”;
Don McLean: “American Pie”;
The Doors: “The End”;
The Drifters: “On Broadway”;
Drowning Pool:“Bodies”;
Edwin Starr: “War”;
Elton John:“Bennie and the Jets”, “Daniel” e “Rocket Man”;
Elvis Presley: “(You’re the) Devil in Disguise”;
Everclear: “Santa Monica”;
Filter: “Hey Man, Nice Shot”;
Foo Fighters: “Learn to Fly”;
Frank Sinatra: New York, New York”;
Fuel: “Bad Day”;
Fontella Bass:
 
“Rescue Me”;
The Gap Band: “You Dropped a Bomb on Me”;
Godsmack: “Bad Religion”;
Green Day: “Brain Stew”;
Guns N’ Roses:“Knockin’ On Heaven’s Door”;
The Happenings:“See You in September”;
Herman’s Hermits: “Wonderful World”;
The Hollies: “He Ain’t Heavy, He’s My Brother”;
J. Frank Wilson and the Cavaliers:“Last Kiss”;
Jackson Browne:“Doctor My Eyes”;
James Taylor: “Fire and Rain”;
Jan and Dean:“Dead Man’s Curve”;
Jerry Lee Lewis: “Great Balls of Fire”;
The Jimi Hendrix Experience: “Hey Joe”;
John Lennon: “Imagine”;
John Mellencamp: “Crumblin’ Down” e “Paper in Fire”;
John Parr: “St. Elmo’s Fire (Man in Motion)”;
Johnny Maestro & The Brooklyn Bridge: “The Worst That Could Happen”;
Judas Priest:“Some Heads Are Gonna Roll”;
Kansas: “Dust in the Wind”;
Korn: “Falling Away from Me”;
Led Zeppelin: “Stairway to Heaven”; 
Lenny Kravitz:
 “Fly Away”;
Limp Bizkit: “Break Stuff”;
Local H:“Bound for the Floor”;
Los Bravos: “Black is Black”;
Louis Armstrong: “What A Wonderful World”;
Lynyrd Skynyrd: “Tueday’s Gone”;
Martha and The Vandellas: “Dancing in the Street” e “Nowhere to Run”;
Megadeth: “Dread and the Fugitive Mind” e “Sweating Bullets”;
Metallica: “Enter Sandman”, Fade to Black”, Harvester of Sorrow” e “Seek & Destroy”;
Mitch Ryder & the Detroit Wheels: “Devil with a Blue Dress On”;
Mudvayne: “Dead Blooms”;
Neil Diamond:“America”;
Nena:“99 Luftballons” e “99 Red Ballons”;
Nine Inch Nails: “Head Like a Hole”;
Norman Greenbaum: “Spirit in the Sky”;
Oingo Boingo: “Dead Man’s Party”;
Ozzy Osbourne: “Suicide Solution”;
P.O.D.:“Boom”;
Paper Lace: “The Night Chicago Died”;
Pat Benatar: “Hit Me with Your Best Shot” e “Love is a Battlefield”;
Paul McCartney and The Wings: “Live and Let Die”;
Peter and Gordon: “I Go to Pieces” e “A World Without Love”;
Peter Gabriel: “When You’re Falling”;
Peter, Paul and Mary: “Blowin’ in The Wind” e “Leaving on a Jet Plane”;
Petula Clark: “A Sign of The Times”;
Phil Collins: “In the Air Tonight”;
Pink Floyd:“Mother” e “Run Like Hell”;
The Pretenders: “My City Was Gone”;
Queen:“Another One Bites the Dust” e “Killer Queen”;
R.E.M.:“It’s the End of the World As We Know It (And I Feel Fine);
Rage Against The Machine: Todas as músicas;
Red Hot Chili Peppers: “Aeroplane” e “Under The Bridge”;
Ricky Nelson: “Travelin’ Man”;
The Rolling Stones: “Ruby Tuesday”;
Saliva:“Click Click Boom”;
Sam Cooke: “Wonderful World”;
Santana: “Evil Ways”;
Savage Garden: “Crash and Burn”;
Shelley Fabares:“Johnny Angel”;
Simon & Garfunkel: “Bridge over Troubled Water”;
Skeeter Davis: “The End of the World”;
Slipknot: “Left Behind” e “Wait and Bleed”;
The Smashing Pumpkins: “Bullet with Butterfly Wings”;
Soundgarden: “Black Hole Sun”, “Blow Up the Outside World” e “Fell on Black Days”;
Steam: “Na Na Hey Hey Kiss Him Goodbye”;
Steve Miller Band: “Jet Airliner”;
Stone Temple Pilots: “Big Bang Baby” e “Dead and Bloated”;
Sugar Ray: “Fly”;
The Surfaris: “Wipe Out”;
System Of A Down: “Chop Suey!”;
Talking Heads: “Burning Down the House”;
Temple of the Dog:“Say Hello 2 Heaven”;
Third Eye Blind:“Jumper”;
The Three Degrees: “When Will I See You Again”;
Tom Petty and The Heartbreakers: “Free Fallen”;
Tool: “Intolerance”;
The Trammps:“Disco Inferno”;
U2: “Sunday Bloody Sunday”;
Van Halen: “Jump” e “Dancing in the Street”;
The Youngbloods: “Get Together”;
Zager and Evans: “In The Year 2525”;
The Zombies: “She’s Not There”.

O AC/DC não precisava de uma homenagem dessas…

Tudo bem, as bandinhas coloridas da criançada irritam, entram na mídia graças à ajuda do velho e maldito jabá. Mas não… não era preciso que o Detonautas fizesse um manifesto usando um clássico do AC/DC com uma letra terrível em português por cima.

Nunca fui fã do Tico Santa Cruz e sua trupe, mas até acho legal algumas músicas, principalmente do álbum “Psicodeliamorsexo&distorção”, o último com o falecido guitarrista Rodrigo Netto.

Mas eis que o cara que deixou a música de lado para tentar virar estrela em reality show resolve apelar de forma terrível. Oremos para que o AC/DC nem chegue a saber da versão. Estou batendo muito? Peguei pesado? Tudo bem, tem uma coisa boa essa música: o refrão é original e você não escuta a voz do Tico Santa Cruz durante.

Como apreciador do bom cover e também do ruim, recomendo que o leitor confira a versão. Ah, vale perder uns 3min58 para poder reclamar com razão do Detonautas, vai!.