O som que embala os tenistas no ATP Challenger Tour Finals

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A música faz parte do esporte e do tênis. Embora há quem prefira o estilo conservador de torneios como Wimbledon, de silêncio absoluto durante o intervalo entre uma partida e outra, os próprios tenistas muitas vezes relaxam ouvindo a música preferida, ou a música do seu momento antes de entrar em quadra.

Nesta semana estou trabalhando na assessoria de imprensa do ATP Challenger Tour Finals no Ginásio do Ibirapuera, que é organizado pela Koch Tavares, que já há alguns anos faz seus eventos esportivos animados por música e, assim como no Brasil Open deste ano, quando fiz um post mostrando o que os tenistas queriam ouvir para entrar em quadra, o DJ Eduardo Tomiatti é o responsável por tocar a música dos tenistas do Finals paulistano.

Desta vez a lista conta com menos tenistas, são apenas nove, sendo que o substituto Thiago Alves acabou não tendo tempo para escolher a própria trilha sonora para entrar em quadra.

Finalista do torneio neste sábado o argentino Guido Pella tem sido embalado por “Dream On”, da banda norte-americana de hard rock Aerosmith e tem dado certo, conforme o próprio afirmou na noite de quinta-feira: “Tenho muitas músicas e esta é a que mais me agrada no momento. Como diz a letra, ‘continue sonhando’, e é por ele que vim buscar aqui e por ele será amanhã”.

Também finalista deste sábado, o romeno Adrian Ungur segue mais a linha do pop de Timati e Kalenna Harper, ounvindo “Welcome To St. Tropez” para já entrar animado em quadra.

Representante brasileiro entre os oito tenistas titulares do ATP Challenger Finals, Thomaz Bellucci optou por não repetir o Dire Straits do Brasil Open e entrou em quadra para enfrentar Guido Pella ao som de “Charlie Brown”, do Coldplay.

Surpreendido na semifinal por Guido Pella, o romeno Victor Hanescu disputou o torneio inspirado pelo famoso riff de Angus Young na clássica “Thunderstruck”, do AC/DC. Deu certo até a semifinal.

O esloveno Aljaz Bedene mostrou que gosta do Brasil apesar de ter passado por uma experiência assustadora anos atrás, quando ocorreu uma explosão na caldeira de água do hotel que estava hospedado em Blumenau. Claro, pelo videoclipe da música “Love in Brasil”, da romena Andreea Banica, ele tem bons motivos para gostar daqui.

Já o italiano Paolo Lorenzi, aquele que se parece com o “mago” chileno Jorge Valdivia, do Palmeiras, foi o único a escolher uma música brasileira. A música pedida pelo italiano foi “As Mina Pira”, do sertanejo moderninho Gusttavo Lima.

Apesar de gostar de pagode e do Corinthians, português Gastão Elias optou pela música “Euphoria”, da cantora sueca Loreen. Quando a música deu certo, era tarde demais e o “quase brasileiro” treinado por Jaime Oncins acabou vencendo apenas a terceira partida e ficou fora das semifinais.

O espanhol Ruben Ramirez Hidalgo, jogador mais experiente entre os oito, com 34 anos, foi o único “nacionalista” entre os oito tenistas e optou por uma música de Enrique Iglesias com Ludacris, com o belo nome de Tonight (I’m Fucking You). Mas a adrenalina não durou por muito tempo e ele parou na primeira fase.

Sem tempo de escolha para o tenista, a música que animou a entrada de Thiago Alves em quadra foi Where Have You Been, da cantora pop barbadiana Rihanna.

E aí, qual escolha musical você gostou mais no ATP Challenger Tour Finals?

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3 comentários em “O som que embala os tenistas no ATP Challenger Tour Finals”

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